MAIS UM – Itabirano morre em BH com suspeita de febre amarela

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), de Itabira, pode confirmar nos próximos dias, a morte de mais um Itabirano, vítima da febre amarela. A secretaria aguarda as análises dos exames do homem, que morreu nesta segunda-feira (19).

A vítima morava na região rural da cidade, próximo ao Barreiro. Ele estava internado em Belo Horizonte. Caso a suspeita seja confirmada, Itabira passaria a ter dois óbitos provocados pela doença.

A assessoria de imprensa da Prefeitura, confirmou ao Via Comercial, a suspeita. “Realmente foi esse senhor, que morava em um sítio. No momento não há como confirmar a causa do óbito, pois o resultado dos exames só deve chegar nos próximos dias. O caso, portanto, ainda é tratado como suspeito, e esta em observação”, pontuou Fernando Silva, assessor de comunicação da prefeitura.

No último dia 08, a SMS divulgou três novos casos suspeitos da doença no município. A informação foi repassada pela Secretária de Saúde, Rosana Linhares Assis Figueiredo, durante reunião do Conselho Municipal de Saúde. Em janeiro, um homem, morador da região do bairro Pedreira do Instituto, também zona rural, morreu vítima da doença em Itabira.

Em Itabira as vacinas estão disponíveis em onze (11), dos 17 postos de saúde da família, além da policlínica.

Segundo o último levantamento do município, cerca de 93% da população itabirana já se vacinou, e o grande desafio da campanha ainda é orientar os homens, jovens e adultos, dos 17 aos 59 anos, que são a maioria entre os que ainda não se vacinaram contra a doença. A estratégia da SMS é imunizar 100% nesta faixa etária.

A febre amarela é causada por um vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. 

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