Minas rendem produção recorde à Vale mas geração de emprego cai em Itabira

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Enquanto as minas itabiranas rederam à Vale uma produção recorde em 2017, sendo responsáveis por 10,3% da produção global da mineradora a empregabilidade no município vem registrando quedas consideráveis.

As minas de Itabira fecharam a produção em 2017 em 37,8 milhões de toneladas, a produção foi 13,4% a mais do que em 2016 e a da mineradora foi 366,5 milhões de toneladas, ficando 5,1% acima de 2016, segundo relatório apresentado na última sexta-feira (16). Em contrapartida, a empregabilidade mostrou uma queda e vem deixando a população apreensiva.

Segundo divulgado no jornal Diário de Itabira, na edição deste domingo (18) as Micro e Pequenas Empresas (MPE’s) de Itabira fecharam 291 vagas em 2017. Este dado classificou a cidade entre as 4 piores de Minas Gerais na geração de emprego nas MPE’s. Em primeiro lugar ficou Serra do Salitre, com 433 perdas, em segundo Governador Valadares, com saldo negativo de 303 postos de trabalho, seguido por Muriaé com 292 vagas fechadas. Em quinto lugar, ficou Janaúba com 275 perdas.

Estes dados foram levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Em janeiro, os dados do Cadastro Geral de Empregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, apontaram que Itabira fechou 2017 com saldo negativo em relação a empregabilidade. Ao todo foram 7.519 demissões, contra 6.987 contratações, fechando ano com uma perda de 532 postos de trabalho.

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