CHACINA EM VIAMÃO – 7 pessoas são mortas a tiros no Rio Grande do Sul

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Caso aconteceu simultaneamente em três pontos diferentes da cidades, próximos um do outro. Polícia acredita que crime tenha relação com disputa entre facções criminosas por pontos de venda de drogas – Foto: Correio do Povo

Sete pessoas foram mortas simultaneamente em três pontos diferentes da cidade de Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, na noite de segunda-feira (18).

As vítimas são quatro mulheres e três homens, todos mortos a tiros em três endereços, um próximo do outro, no bairro Parque Jari.

Três das vítimas foram localizadas na Rua Guarapari, três na Rua Professor de Freitas Cabral, e a última na Rua Araranguá.

De acordo com a Brigada Militar, os autores da chacina se dividiram e executaram as vítimas pouco antes da 0h.

Moradores das regiões optaram pelo silêncio por medo da violência. De acordo com a polícia, os três locais onde aconteceram as mortes ficam em áreas onde ocorre a venda de drogas. A hipótese inicial é de que as execuções tenham relação com a disputa entre facções criminosas.

Ainda conforme a polícia, em um dos locais onde aconteceram os crimes, uma criança e um cadeirante teriam presenciado os assassinatos.

Três das vítimas não tinham antecedentes criminais, segundo a polícia. Uma das mulheres usava uma tornozeleira eletrônica.

Agora, a polícia investiga se o restantes das pessoas mortas tinham envolvimento com o tráfico de drogas. Pelo Twitter, o delegado Emerson Wendt, chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, destacou que irá disponibilizar um efetivo temporário de cinco policiais para ajudar nas investigações.

O município de Viamão é um dos mais violentos do Rio Grande do Sul. De acordo com o Atlas da Violência, divulgado na sexta-feira (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cidade tem a maior taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes do estado, com 77,1 casos – superior a Alvorada (71,8 casos), Porto Alegre (58,1 casos) e Sapucaia do Sul (50,4 casos) – e é a 21ª com o maior índice no país.

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