Glaucius Detoffol Bragança – O que há por trás da notícia? – Referências: Trump, Kim e Jorge Du Peixe

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“Pilotem suas próprias cabeças!” esta é a ordem dada por Jorge Du Peixe, vocalista da banda Nação Zumbi. Não falarei neste texto sobre FAKE NEWS… essas sequer podem ser tratadas como “notícias”. Fazer Fake News é inventar fatos com o objetivo de prejudicar algo ou alguém. Trato aqui da publicação de fatos verdadeiros.

[pro_ad_display_adzone id=”44899″ align=”left”]Atualmente vivemos um período em que o acesso à informação é, praticamente, instantâneo. Assim, a importância da mesma se torna ainda maior. No entanto, devemos nos preocupar com a qualidade da informação e os possíveis interesses que existem à sua volta.

Lembro-me do tempo em que para fazer trabalhos de escola ia a pé do meu querido bairro do Caminho Novo até à Biblioteca Municipal para acessar a Enciclopédia Barsa (que ainda tenta resistir aos novos tempos). Tinha que contar com a sorte de ter o exemplar disponível para finalizar o trabalho. Tinha ainda que coletar as informações rapidamente para dar a oportunidade a outro aluno de acessar o rico material. Isso tudo em nome de conseguir uma informação confiável.

Hoje as coisas são diferentes. Somos bombardeados com informações o tempo todo. Somos alvo daqueles que usam os mesmos acontecimentos tanto para o bem quanto para o mal. Veja que as notícias sobre as ocorrências podem ser apresentadas de várias formas. Porém, uma coisa não pode ser distorcida: o fato.

Um exemplo disso é um acontecimento recente: encontro entre os presidentes dos EUA e da Coreia do Norte. Nenhum outro presidente americano havia conseguido sentar-se à mesa com um presidente norte-coreano para discutir sobre políticas nucleares. Trump conseguiu. E conseguiu mais: criou laços de cooperação em troca de encerramento do programa nuclear da península coreana.

Aqueles que não tinham o interesse de apresentar a conduta dos presidentes: indicaram que o tal acordo não surtiria efeitos práticos, que as partes envolvidas não cumprem com suas palavras e/ou que nenhum dos dois são pessoas razoáveis, etc… etc… etc…

Aqueles que tinham o interesse de noticiar o fato: indicaram a importância da reunião, bem como que o acordo firmado acompanha os interesses mundiais de paz e prosperidade.

Os primeiros jornalistas citados seguiram uma tática grega antiga, chamada Escola Sofista: atacar as pessoas como forma de gerar descrédito aos seus atos.

Qual notícia chama mais atenção? Qual traduz a verdade, a justeza, criou boa vontade E/OU foi mais benéfica a todos? Podemos gerar melhores intenções e sentimentos a todos aqueles que estão à nossa volta. Como ensina o Jorge Du Peixe:  Eu vou lhe dar um prato de flores / E no seu ventre vou fazer o meu jardim / Que vai florir (…) / E os espinhos são pra quem pensa em enganar a flor.

Devemos nos cuidar bastante diante das informações que recebemos e com o que compartilhamos. Sugiro que chequemos as fontes, evitemos sites conhecidos pelo sensacionalismo, leiamos a matéria completa, chequemos confiabilidade do autor, pesquisemos a notícia no google, etc… Brinquemos de ser detetives. Quem nunca se imaginou numa investigação enquanto criança? É melhor investir 5 minutinhos na confirmação dos dados que ficarmos conhecidos como “chato do whatsapp” que “só manda besteira”. Ninguém quer ser conhecido como essa pessoa inconveniente.

Quanto aos presidentes:

  1. Kim tem se apresentado muito mais disposto a conversas que seu pai (anterior presidente da Coreia do Norte). Tem adotado medidas práticas em encontros que até então eram limitados a vizinhos asiáticos.
  2. Trump tem realizado conquistas importantes não só para o povo americano (alta de empregos no setor privado, alta da bolsa de valores, valorização da moeda e relacionamento estreito com outros líderes mundiais) como também para o mundo todo.

Posso não gostar do Donald Trump, como também não gostar do Kim Jong-um. Mas uma coisa é verdadeira: até um relógio quebrado está certo uma vez ao dia.

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