Líder e melhor ataque: Cruzeiro bate Racing por 2 a 1, avança e ganha moral na Libertadores

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

 97 Visualizações

Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro E.C

O sonho de conquistar a América pela terceira vez ganhou forma no Cruzeiro. A vitória por 2 a 1 sobre o Racing-ARG, nesta terça-feira (22), mostrou que a Raposa é uma das favoritas ao caneco desta temporada.

Dono do melhor ataque da primeira fase (com a última rodada ainda incompleta), com 15 gols marcados, o time mineiro encerrou a campanha inicial com 11 pontos e a liderança do Grupo E da competição mais importante do continente. Foi a décima vez que os celestes terminaram a fase inicial na primeira colocação.

Em noite de frio na capital mineira, valeu o calor imposto pelos comandados de Mano Menezes desde o primeiro minuto de bola rolando no Gigante da Pampulha. 

Lautaro Martinez, que marcou três gols no duelo na Argentina e que defenderá a Inter de Milão, pouco fez no provável jogo de despedida; apesar da batida do martelo, o Racing tenta a permanência até o fim da participação na Libertadores. O mesmo aconteceu com Arrascaeta, que pode ter feito a última partida com a camisa celeste. O uruguaio, convocado para a Copa da Rússia, tem propostas do exterior.

Sem adversário definido, os mineiros voltam a campo pelo torneio apenas após o Mundial de seleções.

O jogo

Intenso desde a primeira volta do ponteiro, o Cruzeiro mostrou ao time argentino, pelo qual foi derrotado por 4 a 2, na primeira rodada, que em terras tupiniquins a situação seria bem diferente.

Aos 2 minutos e meio, veio a prova. Aproveitando rebote da zaga e totalmente livre na entrada da pequena área, Thiago Neves teve todo tempo do mundo para escolher o canto e balançar as redes pela primeira vez. A torcida celeste presente ao Mineirão foi à loucura.

Aos 10, foi a vez do volante Lucas Silva mostrar serviço e a força de seu chute. De fora da área, após limpar dois marcadores, ele mandou uma bomba, deslocou o goleiro adversário, amplicou o marcador e, do Dia do Abraço, partiu em direção à China Azul.

Com a vantagem no placar, o time de Menezes foi intenso por mais alguns minutos, mas acabou caindo de produção. O resultado? Gol do Racing aos 27. O oportunista Centurión, que acabou de fora da lista de Sampaoli para a Copa do Mundo, em voleio certeiro, deslocou Fábio e diminuiu o placar.

Aos 42, já próximo ao intervalo, quase que a Raposa ganhou motivos para se tranquilizar. Sassá até chegou a balançar as redes, mas impedido, teve o gol anulado.

Segundo Tempo

Na volta do descanso, o Cruzeiro precisou de 12 minutos para assustar a equipe hermana. Sassá se livrou dos marcadores, chutou forte, mas foi parado pelo goleiro Musso, que mandou a bola para escanteio.

Voltando de lesão, e como já esperado, Thiago Neves deixou o campo aos 19. Para o lugar do camisa 30, autor do primeiro gol do duelo, Mano escolheu Rafael Sóbis, outro acostumado a disputar a competição.

Nos minutos seguintes, um jogo bem diferente do visto na primeira etapa. Apesar de tentaram o ataque, Cruzeiro e Racing pouco efetivos foram na hora de finalizar. Bem postadas, as defesas evitaram com que os atacantes tivessem êxito. Fábio, inclusive, evitou que Centurión fizesse o segundo no duelo e do adversário.

Queimando a famosa “regra três”, Mano Menezes sacou Robinho para colocar Bruno Silva e, em seguida, trocou Sassá pelo jovem e descansado Raniel.

A partir dos 35, o jogo ganhou emoção. Com ataques de um lado e de outro, quase o marcador do Gigante da Pampulha foi alterado. Raniel, aos 45, sozinho, tentou fazer um golaço pegando de primeira, mas perdeu oportunidade incrível. Aos 47, falta perigosíssima para o Racing. A cobrança de Centurión, porém, não deu em nada.

 E foi assim. Fim de papo.

Leia também

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *