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    Home»Mundo»EM 2018 – Índia e 4 países africanos têm as economias que mais devem crescer
    Mundo

    EM 2018 – Índia e 4 países africanos têm as economias que mais devem crescer

    04/03/2018Nenhum comentário5 Minutos de leitura10 Visualizações
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    Uma década após a eclosão da crise financeira que abalou o mundo, a economia global começou a se recuperar, e muitos países emergentes e em desenvolvimento estão liderando esse processo.

    “O crescimento ganha força à medida que os investimentos e o consumo privado se consolidam, particularmente nas economias exportadoras de produtos básicos”, disse o Banco Mundial em seu relatório sobre as perpectivas da economia mundial.

    Nesse panorama, surgem quatro países africanos e um asiático à frente: Gana, Etiópia, Costa do Marfim, Djibuti e Índia. Por que esses países estão na dianteira do crescimento, em termos percentuais?

    “Por diferentes razões, ainda que o gasto público tenha um papel importante em muitos casos”, responde Carlos Arteta, economista-chefe do Grupo de Perspectivas Globais de Desenvolvimento do Banco Mundial.

    Países que mais crescerão em 2018

    País PIB (em %)
    Gana 8,3
    Etiópia 8,2
    Índia 7,3
    Costa do Marfim 7,2
    Dibuti 7
    Fonte: Banco Mundial

    “Etiópia, Costa do Marfim e Djibuti estão se beneficiando de investimentos em infraestrutura para impulsionar seu crescimento.”

    Além disso, essas economias, por serem menores do que outras mais estabelecidas, têm mais espaço para um crescimento percentual maior.

    O rápido crescimento da Índia

    O único país não-africano do topo da lista é a Índia, um gigante sul-asiático que pode se tornar a terceira economia mundial, depois de China e Estados Unidos, na próxima década.

    Sua população cresce rapidamente, e as reformas implementadas pelo governo de Narendra Modi, no poder desde 2014, devem dar frutos a médio prazo, segundo economistas.

    A principal reforma é a tributária – a maior da história do país, que no ano passado unificou diversos impostos em um só, o Imposto sobre Bens e Serviços (GST, na sigla em inglês). Empresas e contribuintes reclamaram de confusão e caos durante sua implementação, mas o governo e alguns analistas afirmam que ela vai facilitar o planejamento tributário, elevar a base de arrecadação e aumentar o crescimento do país.

    “A Índia está experimentando um forte aumento no consumo privado e público, e o investimento também se recuperou após um período em marcha lenta”, diz Arteta.

    Ainda assim, persistem dúvidas sobre a queda na taxa de investimento do país. Os especialistas estimam que, se ela se mantiver em 30%, é pouco provável que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça mais de 8% ao ano.

    Mas é claro que sustentar um crescimento anual de 7% a 8% seria o sonho de muitos países. Na América Latina, por exemplo, as estimativas apontam para um crescimento médio de 2% neste ano. No Brasil, o mais recente boletim Focus, elaborado pelo Banco Central com base em análises de mercado, estima em 2,89% o aumento do PIB em 2018.

    E, no caso dos países desenvolvidos, que iniciaram seu processo de desenvolvimento há várias décadas, as expectativas de crescimento percentual estão em outro patamar, mais modesto. Basta ver o caso dos Estados Unidos, que cresceu 1,5% em 2016 e 2,3% em 2017 – a previsão é de que cresça 2,5% neste ano.

    A Índia também enfrenta outros desafios, como, por exemplo, reduzir os custos e a burocracia para fazer negócios, além de integrar mais crianças ao sistema escolar, algo que terá um impacto direto na qualidade da mão de obra no futuro.

    Saindo da crise

    Gana, considerado um dos países mais estáveis da África Ocidental, deve ser o que terá o maior crescimento no mundo em 2018, segundo o Bando Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). 

    Após ficar independente do Reino Unido na década de 1950, o país conseguiu estabelecer um regime democrático no início da década de 1990. Até pouco tempo atrás, era considerado um modelo de crescimento econômico no continente, cuja riqueza provinha historicamente do ouro e do cacau e, mais recentemente, do petróleo e do gás.

    Mas, a partir de 2013, sua economia foi ladeira abaixo, e Gana teve de enfrentar uma crise que a levou a ter altos níveis de déficit público e inflação e um enfraquecimento de sua moeda. No entanto, no último ano, a situação mudou.

    “O robusto crescimento de Gana é motivado pela crença de que sua produção petrolífera crescerá, à medida que novos campos entram em funcionamento” diz Arteta.

    Seu atual presidente, Nana Akufo-Addo, há quase um ano no poder, deu início a uma série de reformas para impulsionar a recuperação econômica, uma tarefa hercúlea, considerando que ele assumiu o comando de um país arruinado.

    Com as reformas, o presidente busca estimular o setor privado, estabilizar a moeda local, reduzir o custo do crédito, baixar impostos, modernizar a agricultura e definir uma política industrial.

    No caso dos três outros países africanos com perspectivas de maior crescimento percentual, o Banco Mundial traça diferentes panoramas.

    A Etiópia, diz o relatório, está colhendo os frutos de grandes investimentos em irrigação, transporte e energia, os quais lhe renderam ganhos de produtividade na produção agrícola, importante fonte de receita nas exportações do país.

    Mas o crescimento etíope deve ser contido em breve, por conta de medidas do governo para conter a dívida pública – o que, por sua vez, deve restringir os gastos públicos.

    A Costa do Marfim, por sua vez, ainda tem seu crescimento atrelado em grande parte aos gastos do governo. Já Djibouti deve crescer na esteira de investimentos externos – sobretudo chineses – em obras de infraestrutura.

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