BRASILEIRO – Atlético goleia Coritiba e aumenta sonho de estar na Libertadores

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Atlético havia feito três gols apenas no Atlético-GO e no Cruzeiro (duas vezes) – Foto: Bruno Cantini/Atlético

Chuva de gols e perto da “obrigação”. Debaixo d’água, o Atlético conseguiu vencer a segunda partida seguida em casa no Campeonato Brasileiro. Muito mais do que isso, fez 3 a 0 no Coritiba neste domingo (19) para se aproximar da missão obrigatória traçada pelo presidente Daniel Nepomuceno.  Foi o placar mais elástico do clube nesta edição do torneio e vitória essencial na briga pela vaga na Copa Libertadores 2018.

O Galo chegou a 50 pontos no Brasileirão, e graças à resultados ruins de Botafogo e Vasco, está a apenas dois pontos da zona de classificação à competição continental. O último ocupante do G7 é o próprio alvinegro carioca, com 52 pontos.

O nome do triunfo atleticano foi Romulo Otero, autor de um dos gols mais bonitos do ano (repetindo Cazares em 2016). O venezuelano já havia balançado as redes outra vez, e o placar ainda teve Leonardo Silva como autor de gol. 

“O QUE PELÉ NÃO FEZ” E UM PASSEIO

A rara chuva que caiu no Estádio Independência em dia de jogo não foi a única surpresa reservada para Atlético x Coritiba na noite deste domingo (19). Uma atuação fulminante do Galo nos primeiros 45 minutos encaminhou a vitória que deixa vivo ainda o sonho por uma vaga na Copa Libertadores 2018. 

Logo no começo do jogo, o protagonista do duelo se apresentou para inaugurar o placar favoravelmente à equipe da casa. Elias, mais solto e errando menos do que o costume, ajeitou a bola para o Romulo Otero pegar de primeira, rasteiro, no canto do goleiro Wilson. Venezuelano e arqueiro se encontrariam outra vez, numa situação ainda mais inesperada. 

Antes disso, porém, o Atlético neutralizava as tentativas deo Coritiba, focado principalmente no jogo brigado de Kléber Gladiador, vaiado pela torcida do Galo a cada toque na bola por causa da passagem pelo Cruzeiro (chegou a imitar uma galinha num clássico). O camisa 83, entretanto, não tinha muito espaço para jogar, e o perigo mesmo veio do alto e de uma cobrança de falta no fim da etapa inicial.

Neste momento, o Atlético já tinha 3×0 no marcador, jogava com folga, graças a um gol de Leonardo Silva, quebrando jejum e repetindo a tabelinha com Marcos Rocha e a potente cobrança de lateral direto para a área. Depois, novamente com Otero, que fez um golaço no Horto, chute venenoso, forte e brilhante: na interseção da linha do meio de campo com a linha lateral, o camisa 11 pegou Wilson adiantado, sem nada ao seu alcance para impedir a pintura. 

O Atlético fazia uma das melhores apresentações no ano, e poderia ter ido ao vestiário com goleada maior, pois Valdívia perdeu um gol na cara do arqueiro. O cabeludo chutou para fora, preciptadamente, com a cabeça abaixada. 

ADMINISTRANDO
Naturalmente, o ritmo produzido pelo time mineiro não se repetiu no segundo tempo. A vantagem alta no placar fez o Galo pisar no freio. Mas o homem do jogo queria mais. Bem no início da etapa complementar, Otero recebeu de Robinho e chutou perigosamente, mas para fora. Seria uma das raras chances de gol da equipe que preferiu fazer o tempo passar depois de um primeiro tempo exemplar e desgastante.

Já o Coxa teve mais posse de bola do que no primeiro tempo, sem criatividade, entretanto, para conseguir criar espaços e balançar as redes de Victor. O camisa 1 do Atlético, por exemplo, só foi lambrecar o uniforme aos 36 minutos, e para evitar que uma bola desviada em Fábio Santos não gerasse escanteio. 

Na reta final da partida, ele ainda fez ótima intervenção em cabeçada de Henrique Almeida. O Galo tirou o pé, mas teve chance de ampliar na velocidade de Luan e Cazares. Neste momento, porém, o finalizador Fred estava com cansado demais para acompanhar o ritmo dos colegas. Ele, inclusive, chegou a sentir a parte interior da coxa ao esticar a perna de forma demasiada. 

A torcida do Atlético conseguiu se exaltar com acontecimentos com a bola parada. Primeiro quando Luan foi chamado para substituir Robinho. Depois quando Kléber Gladiador deixou o gramado, sob chuva e tempestade de vaias. Não ficou calado (fez um “6” com os dedos). Noite tranquila para o Galo, que teve rodada perfeita para cumprir a obrigação. (Informações do Hoje em Dia)

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