MUTIRÃO – Cirurgia de catarata tira 160 pacientes da fila de espera em Itabira

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Neidson de Freitas e Rosana Linhares – Foto: divulgação

Um mutirão de cirurgias de catarata, que começou nessa quarta-feira, 25 de outubro, e termina na sexta-feira 27, vai atender 160 pessoas em Itabira. Os procedimentos estão sendo feitos no Hospital Municipal Carlos Chagas (HMCC), por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com recursos viabilizados pelo presidente da Câmara, Neidson Dias Freitas (PP).

A verba, no valor de R$ 200 mil, foi conquistada pelo vereador com o deputado federal Luiz Fernando Faria (PP). O recurso extraorçamentário foi cadastrado no Fundo Nacional de Saúde (FNS) e os critérios para pagamento saíram no Diário Oficial da União no dia 18 de agosto.

“Não dá mais para depender de royalties do minério de ferro, observa o presidente da Câmara.”

Do total destinado ao Município, R$ 100 mil já foram depositados na conta da Prefeitura de Itabira e estão sendo usados nas cirurgias. Mais R$ 100 mil chegarão em novembro. De acordo com a secretária municipal de Saúde, Rosana Linhares Assis Figueiredo, a prioridade é atender pessoas cadastradas que estavam aguardando.

Durante os três dias de força-tarefa, os pacientes – 30 deles de cidades da região – passarão por consultas, exames e procedimentos cirúrgicos. Há cerca de dois anos na fila, o aposentado José Raimundo Ferreira, 68 anos, foi um dos beneficiados pela ação conjunta. Com dificuldades para enxergar, ele conseguiu tratar uma das vistas em Belo Horizonte, mas ficou faltando a outra, porque o procedimento em Itabira custava em torno de R$ 8 mil. Agora, está livre de catarata.

A secretária informou que, devido a problemas com o equipamento da Prefeitura, os atendimentos haviam sido interrompidos.

“O mutirão desta semana será suficiente para praticamente zerar a fila de espera, disse Rosana.”

Para o vereador Neidson Freitas, a Saúde necessita constantemente de investimentos. De acordo com ele, Itabira não é mais aquela cidade que arrecadava vultosas quantias em dinheiro com a atividade minerária. “Precisamos ir ao Governo do Estado e a Brasília trazer recursos para a nossa cidade. Não dá mais para depender de royalties do minério de ferro. Este é o caminho que todos os vereadores precisam adotar: usar o bom relacionamento nas esferas estadual e federal em prol da comunidade”, destacou.

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