TRIÂNGULO MINEIRO – Estudo busca identificar tumores de mama e próstata com maior eficácia

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Uma pesquisa desenvolvida pelo Laboratório de Genética e Biotecnologia no campus Patos de Minas, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), busca identificar com maior eficácia os tumores a fim de orientar os procedimentos corretos no tratamento do câncer de mama e próstata.

O estudo, coordenado pela professora e pesquisadora Thaise Gonçalves de Araújo, utiliza os fundamentos da Oncologia Molecular e conta com o apoio de cerca de 20 alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado do curso de Biotecnologia.

O foco principal está voltado ao estudo do câncer de mama. Os trabalhos são desenvolvidos inicialmente com 200 pacientes de hospitais especializados no tratamento de câncer em Uberlândia, Barretos e interior de São Paulo.

São desenvolvidas três linhas de pesquisa que buscam entender o funcionamento do tumor e fazer o controle de anticorpos e uso de peptídeos para manipular o material genético para, depois, estabelecer o perfil dos pacientes.

“A gente trata as células com nossos fitoterápicos e vamos acompanhando se estão entrando ou não em morte celular. A partir da identificação do perfil e do agrupamento das pacientes, podemos modelar o crescimento ou a redução tumoral”, explicou Thaise.

De acordo com a pesquisadora, separar as pacientes em grupos é importante para direcionar as terapias, já que cada uma tem um perfil estabelecido conforme estágio da doença.Estudo busca orientar melhores estratatégias para o tratamento do câncer de mama e próstata (Foto: Thaise Gonçalves/Arquivo Pessoal)

Estudo busca orientar melhores estratatégias para o tratamento do câncer de mama e próstata (Foto: Thaise Gonçalves/Arquivo Pessoal)

Mas ela reforça que ainda não se trata de uma cura para o câncer, mas de uma metodologia capaz de tipificar a doença (biomarcadores) para que os pacientes tenham melhor resposta aos tratamentos. “Nosso objetivo é fazer uma comunicação direta com a clinica. Tentar dizer para o médico qual o melhor tratamento terapêutico para o paciente, com melhores estratégias”, reforçou.

Em 2015, a pesquisa inédita com uso de uma das moléculas trabalhadas pelo grupo da UFU foi premiada em um concurso promovido pelo Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp). (Do G1)

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