Atingidos pelo rompimento de barragem em Mariana tentam indenização de R$ 30 bilhões na Inglaterra

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Começou nesta segunda-feira (4), em Londres, o julgamento dos pedidos de reparação dos atingidos pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, na região Central de Minas, em novembro de 2015. 

O processo, que prevê indenização de 5 bilhões de libras (mais de R$ 30 bilhões) para mais de 200 mil afetados – entre membros de comunidade indígena, governos municipais brasileiros, empresas e instituições religiosas – é movido contra a BHP, que tem sede no Reino Unido.

Na ação coletiva, uma das maiores da história judicial britânica, os atingidos são representados pelo escritório PGMBM, que acredita que a reparação oferecida no Brasil é inadequada, “com a BHP amplamente protegida das consequências legais até o momento”. 

O colapso da barragem de Fundão, pertencente à Samarco em parceria entre BHP e a Vale, matou 19 pessoas e fez com que uma enxurrada de mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos invadisse o rio Doce e atingisse o Oceano Atlântico, a mais de 650 km do local do desastre.

Fonte: Hoje Em Dia

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