Deputado Bernardo Mucida debate interdição da BR-381 durante audiência Pública

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O deputado Bernardo Mucida debateu, na tarde desta terça-feira (22/02), a interdição da BR-381, na altura do município de Nova Era, onde o asfalto se movimentou após fortes chuvas que assolam Minas Gerais desde o início deste ano. O debate público aconteceu na Assembleia Legislativa e contou com a participação de autoridades da região.

Sendo um usuário frequente das rodovias, o deputado apontou problemas estruturais em diversos trechos da BR-262, ressaltando uma em Abre Campo, que também está interditada.

“Estamos mais de seis meses esperando a atuação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) nas BRs-381 e 262. A expectativa era atuação do órgão após leilão de concessão que estava marcado para o próximo dia 25. Porém, mais uma vez foi adiado, sem previsão de remarcação”, explicou Bernardo Mucida.

Ana Paula Siqueira (deputada estadual REDE/MG),
Bernardo Mucida (deputado estadual PSB/MG)

Em resposta aos questionamentos de Mucida, o coordenador-geral de Manutenção e Restauração Rodoviária do Dnit, Allan Magalhães Machado, o desvio ainda não está com o revestimento de pavimento devido às chuvas. A obra tem previsão de término de pelo menos 120 dias. “A diretriz é trabalhar para entregar o mais rápido possível”, afirmou.

Sobre o adiamento do leilão de concessão das BRs-381 e 262, Machado disse que o leilão das rodovias é uma atribuição do Ministério da Infraestrutura (Minfra). “Para o DNIT, foi orientado o aporte de recurso e esforço total na manutenção nos trechos que irão para a concessão. Sabemos o que precisa de intervenção, já mapeamos os pontos e a orientação é estabelecer a melhor condição possível até que a nova concessão assuma. Com a cessão do período de chuvas, vamos entrar com serviços estruturantes que possam garantir a integridade e condição de tráfego que a BR-381 merece”, explicou.

Como deputado representante de toda a região, Mucida garantiu continuar cobrando uma intervenção emergencial, agora na estrada, para que não fiquem empurrando o problema. “Não suportamos mais uma estrada que não oferece condições de tráfego, nem de segurança”, concluiu.

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