Com gringos na mira, Atlético evita pressa para não repetir erros do passado

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Há exatos dois anos, venezuelano Rafael Dudamel desembarcava em BH para assumir a equipe

Dudamel durou apenas 10 partidas no comando do Atlético e foi substituído por Sampaoli

Deixando para trás o desejo de contar com o técnico Jorge Jesus, que era o principal alvo para ser o substituto de Cuca, o Atlético vai ao mercado e analisa outras opções para comandar a equipe a partir desta temporada. Usar exemplos do passado para não cometer erros, inclusive, faz com que a diretoria tenha o máximo de cautela para eleger o nome certo.

Há exatos dois anos, desembarcava no aeroporto de Confins o venezuelano Rafael Dudamel, contratado para assumir a equipe em 2020. Sem experiência em clubes, o agora campeão colombiano – Dudamel levantou o caneco no ano passado pelo Deportivo Cali -, foi festejado por milhares de torcedores e recepcionado por um batalhão de repórteres em sua chegada a Belo Horizonte.

Contudo, eliminado pelo modesto Afogados-PE, na Copa do Brasil, e pelo Unión-ARG, na Sul-Americana, acabou perdendo o emprego com apenas 10 partidas sob o comando do alvinegro. Junto com ele, foram desligados também o então diretor-executivo Rui Costa e o gerente de futebol Marques.
Virada de chave
Após os duros golpes, o Atlético foi abraçado por mecenas (os famosos 4Rs). Com eles, apostou em Alexandre Mattos para ocupar o cargo deixado por Rui Costa e Jorge Sampaoli para comandar a equipe que, ao longo de 2020, recebeu diversos reforços e que também viu vários atletas deixarem a Cidade do Galo.

Com fama de “pidão” e de temperamento forte e explosivo, o argentino teve a maior parte dos desejos atendidos pela diretoria e, ao final da temporada, fez do Galo o terceiro colocado do Brasileirão, ficando a uma vitória para igualar a pontuação do Flamengo, campeão. Uma conquista considerando o contexto do primeiro ano de pandemia.

Com a ida de Sampaoli para o Olympique de Marselha-FRA, no início de 2021, a aposta voltou a ser num treinador brasileiro. E, com Cuca, veio o triplete e o ano mais mágico dos 113 de vida do Atlético.

Agora, mais uma vez sem treinador, o foco volta para os gringos. Sem Jesus, outros nomes estão na mira e a expectativa é que, antes da reapresentação dos atletas, em 17 de janeiro, o escolhido já seja conhecido.

Fonte: Rádio Itatiaia 

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