Atlético faz 4 a 0 no CSA e se mantém na vice-liderança do Brasileirão

Sete partidas, cinco vitórias e duas derrotas. Este é o Atlético no Campeonato Brasileiro. Com o triunfo conquistado sobre o CSA, por 4 a 0, o time comandado pelo técnico interino Rodrigo Santana chegou aos 15 pontos e se manteve na vice-liderança da competição mais importante do país.

Bruno Cantini/Atlético

Numa noite em que Santana não pôde contar com Zé Welisson e Ricardo Oliveira, a equipe alvinegra não sentiu as ausências, se impôs desde o primeiro minuto de bola rolando e, com os tentos de Fábio Santos, Cazares e Chará, ganhou forças para tentar superar o Santos, na próxima quinta-feira (6), no duelo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

O time do argentino Jorge Sampoli, inclusive, será o adversário dos mineiros também no domingo (8), na oitava rodada da Série A. O primeiro confronto será no Pacaembu e o segundo na Vila Belmiro.

O jogo

Pilhado desde o início do confronto com os alagoanos, o Atlético viu Alerrandro, substituto de Oliveira balançar a rede logo aos 3 minutos. Impedido, porém, teve o tento anulado. Mas nada que diminuisse o ritmo dos donos da casa.

Aos 19, o camisa 44 sofreu penalidade e, na cobrança, Fábio Santos abriu o placar no Independência. O lateral-esquerdo, que completou 170 partidas pelo Galo, deixou seu 15º tento pelo clube. Cazares, em linda cobrança de falta, ampliou aos 23, fazendo o 36º desde que foi contratado.

Frágil e assustado com o rendimento do time mandante, o CSA pouco perigo ofereceu ao goleiro Victor nos minutos seguintes.

Segundo Tempo

Mantendo a mesma pegada dos 45 minutos iniciais, o Atlético partiu para cima e, aos 4, aumentou a diferença. Chará, num lindo lance em que driblou dois defensores, estufou a rede e correu para o abraço. Foi o quinto gol do colombiano pelo clube.

Para fechar o caixão, Patric avançou pelo lado direito do campo, pedalou várias vezes, deu o passe a Alerrandro, que  serviu Adilson; de pé esquerdo, o volante fez o quarto. O lateral-direito foi muito comemorado pelo torcedor e, bastante eufórico, atravessou o gramado para abraçar o camisa 1. 

Poderia ter sido um placar mais elástico. Porém. terminou assim. Aplausos e festa pelos 4 a 0.

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