“Em caso de tumulto e briga não tem como conter”, diz presidente sobre limitação de público na Câmara de Itabira

O presidente da Câmara Municipal, Heraldo Noronha Rodrigues (PTB), decidiu limitar em 150 o número pessoas que podem assistir as reuniões legislativas.[pro_ad_display_adzone id=”44899″ align=”right”]

A medida, segundo comunicado divulgado por sua assessoria de imprensa, justifica a decisão no Plano de Combate a Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros e numa orientação expressa da Policia Militar. De acordo com o comunicado, a limitação de permanência do público no plenário é válida para todos os eventos realizados no local. O presidente comentou a decisão durante a reunião desta terça-feira (09/04), que contou inclusive com um grande número de participantes.

“Se acontecer qualquer coisa aqui, quem responde é o presidente. Em caso de tumulto, briga, não tem como conter. Uma Câmara cheia, com 300 pessoas, igual na semana passada é difícil, como você vai conter 300 pessoas caso aconteça uma confusão. É por isso que tomei essa decisão, são 146 pessoas sentadas [e 4 cadeirantes], por que assim, todo mundo fica sentado e seguro”, disse o presidente.

Essa decisão, segundo garantiu Heraldo Rodrigues será mantida ao longo do seu mandato. Além de controlar a quantidade de pessoas, o público que deseja acompanhar as reuniões e entrar no prédio da Câmara Municipal precisa assinar uma lista e apresentar um documento de identidade.

A medida foi tomada justamente no dia em que a Câmara se preparava para receber um grande número de participantes, como na semana passada, com os protestos contra as demissões dos vigilantes da Itaurb. Na última reunião, a confusão foi tanta, que o presidente precisou finalizar a reunião antes da hora prevista. No entanto, segundo Heraldo Rodrigues, a decisão em manter o plenário em seu limite de espaço, não tem ligação com as ondas de protestos.

“Todas as reuniões terão segurança. Não tem como chamar o povo para cá (Câmara Municipal) sem dar o mínimo de segurança. Não é uma medida por causa [dos protestos] dos vigilantes da Itaurb, eu também sou contra as demissões”, declarou o presidente.

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