Insatisfeitos com chavismo, sindicatos definem greves junto a Guaidó

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Estadão Conteúdo

Um dia após voltar à Venezuela, o líder opositor Juan Guaidó iniciou na terça-feira (05/03), uma nova fase nos esforços para retirar o presidente Nicolás Maduro do poder ao se reunir com sindicatos do setor público e definir uma agenda de greves na administração pública. “Faremos uma greve escalonada, proposta dos trabalhadores para nunca mais trabalharem pela ditadura”, disse Guaidó, autoproclamado presidente interino do país em janeiro.[pro_ad_display_adzone id=”44899″ align=”right”]

Segundo o opositor, além das greves, está sendo preparada uma lei para proteger os funcionários públicos que sejam demitidos. Os sindicatos não anunciaram quando e em que setores vão ocorrer as paralisações. “Nas prefeituras, por exemplo, vamos trabalhar apenas três vezes por semana”, explicou Ana Yánez, do sindicato Unete (União Nacional de Trabalhadores da Venezuela).

A partir de quarta-feira, 6, o Parlamento – único órgão controlado pela oposição – realizará reuniões com as grandes centrais trabalhistas, que agrupam mais de 600 sindicatos, para coordenar as ações que resultarão em greves por etapas na administração pública.

“Pedimos que toda a Assembleia Nacional (Parlamento) trabalhe junto com a gente para tirar do poder os que roubam a vontade popular, nossos votos do Poder Eleitoral. Aposentados dessa instituição precisam emigrar porque morrem de fome”, disse Enrique Cedeño, secretário-geral do sindicato do Conselho Nacional Eleitoral, segundo o portal Efecto Cocuyo.

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