PRESIDÊNCIA DA CÂMARA – Em tom de mistério, André Viana fala em chapa para ‘quebrar hegemonia’

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Vice presidente da Casa, André Viana deve concorrer a presidência para o próximo ano

O vereador André Viana Madeira (Podemos) conversou com a imprensa na tarde desta terça-feira (13) após a reunião dos vereadores e, sem citar nomes, falou que uma chapa está sendo montada “nos bastidores” da Câmara Municipal de Itabira que poderá “surpreender o executivo e quebrar a hegemonia” em relação à presidência do legislativo. [pro_ad_display_adzone id=”44899″ align=”right”]

Questionado por diversas vezes quem seriam os membros desta chapa, principalmente o que concorrerá ao cargo de presidente, ele preferiu manter o mistério, apesar de ter declarado que não tem a intenção de ocupar o cargo.

“É uma oportunidade única do legislativo fortalecer o poder legislativo e não há oportunidade melhor dos vereadores, democraticamente, escolherem uma chapa que talvez surpreenda o Executivo. Essa chapa está sendo construída nos bastidores, por pessoas que pensam diferente, por pessoas que têm interesses diferentes, vontades diferentes. Existem hegemonias que precisam ser quebradas aqui dentro de Itabira e com certeza no Legislativo existe uma hegemonia que precisa ser quebrada”, discursou o vereador.

Questionado se membros da oposição estão neste bloco, André Viana, que também preside o Sindicato Metabase de Itabira e Região, disse que a “a discussão não é fortalecer a oposição é fortalecer o legislativo”.

“Não sou candidato, não estou me declarando como candidato. Estou dizendo que nos bastidores estão conversando sim e quem muito aparece, quem muito quer, acaba não tendo nada”, cutucou ele.

Em tom de crítica, André Viana falou na construção de uma Câmara mais independente do Governo.

“Um poder não foi feito para servir ao outro, Executivo, Legislativo e Judiciário são harmônicos mais independentes. É uma oportunidade do Legislativo mostrar independência e assim esperamos que aconteça. Até o presente momento Governo não indicou nada e tem que ser assim, lógico que o Governo tem os seus prediletos, mas há que respeitar a maioria na Câmara”, disse o vereador.

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