Iogurte protege contra osteoporose: reduz em 50% perda óssea – Via Comercial
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Iogurte protege contra osteoporose: reduz em 50% perda óssea

* Com informações do Diário da Saúde
Foto: Pixabay

Os probióticos, as bactérias do bem encontradas no iogurte e produtos lácteos, são um grande aliado para reforçar a estrutura óssea.

Foi o que comprovou uma pesquisa da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, que teve resultados publicados no Journal of Internal Medicine.

O experimento envolveu mulheres na terceira idade. Aquelas que receberam probióticos apresentaram apenas metade da perda óssea, em comparação com as mulheres que receberam placebo.

A pesquisa abre as portas para uma nova maneira de prevenir fraturas entre os idosos.

“Hoje existem medicamentos eficazes administrados para tratar a osteoporose, mas como a fragilidade óssea é raramente detectada antes da primeira fratura, há uma necessidade urgente de tratamentos preventivos,” justificou o Dr. Mattias Lorentzon.

Esta é a primeira vez que se demonstra que é possível reduzir a perda óssea nos pacientes de maior risco por meio de um tratamento com bactérias promotoras da saúde – os probióticos.

A pesquisa

O estudo envolveu 90 mulheres idosas, com 76 anos de idade em média, que ingeriram um pó todos os dias, durante um ano inteiro.

Um método aleatório determinou quais as mulheres receberiam o tratamento ativo com as bactérias Lactobacillus reuteri 6475 e quais receberiam pó sem bactérias. Nem os pesquisadores e nem as mulheres sabiam quem recebeu o pó ativo durante o estudo.

“Quando terminamos o estudo, após um ano, medimos a perda óssea das mulheres na parte inferior das pernas com uma tomografia computadorizada e comparamos com as medidas que fizemos quando o estudo começou. As mulheres que receberam o pó com bactérias ativas perderam apenas metade da massa óssea no esqueleto em comparação com aquelas que receberam pó inativo,” detalhou a pesquisadora Anna Nilsson.

Outro fator positivo foi que o tratamento foi bem tolerado e não houve diferença de efeitos colaterais entre o grupo que recebeu o placebo e o grupo que recebeu o probiótico.

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