Câmara Municipal aprova LOA 2019 com orçamento de R$ 588 milhões

Os vereadores aprovaram na terça-feira (17) o Projeto de Lei 41/2018, de autoria do prefeito Ronaldo Lage Magalhães (PTB), que “Estabelece as diretrizes para elaboração da Lei Orçamentária Anual do Município de Itabira para o exercício de 2019 e dá outras providências”. A arrecadação prevista para o ano que vem é na ordem de R$ 588.961.887.

Três emendas foram apresentadas pelo oposicionista Weverton Andrade “Vetão” (PSB), mas foi derrubada pelo plenário após uma defesa técnica feita pelo líder do governo na Câmara, vereador Carlos Henrique da Silva Filho “Carlin” (Podemos). Vetão apresentou três alterações, a primeira delas, que apresentava o orçamento impositivo teve a reprovação da maioria dos seus colegas na semana passada. A segunda, a respeito da reserva de contingência, também caiu, assim como a que propunha a redução para 20% o percentual de remanejamento entre as secretarias municipais. Atualmente o governo pode remanejar 35% da verba entre as pastas sem pedir a autorização dos vereadores. Todas as emendas, segundo Carlin Filho, tinham como principal objetivo travar a administração pública.

Líder de governo, vereador Carlos Henrique da Silva Filho “Carlin” (Podemos)

Quanto a aprovação da matéria o líder do Governo comemorou a vitória. “Bastante relevante a aprovação deste orçamento, momento que a gente encontra a cidade ainda com seus afazeres e eu acredito que este ano de 2019 será um ano diferente, no qual estamos acompanhando as suas atividades e conseguimos no meio do ano equilibrar as contas do município. Então, a gente torce para que as coisas aconteçam. Tem muita gente sofrendo em nossa cidade, precisando de remédio nos postos de saúde, precisando de um transporte, então, vamos contribuir para que as coisas se desenvolvam de forma célere para atender as demandas da nossa cidade”, declarou o vereador.

Ao ser questionado a respeito da ausência de uma emenda que concedesse reajuste salarial ao servidores públicos no ano que vem, Carlin Silva voltou a defender o Governo e disse que existem outras prioridades no momento.

“Na verdade foi um entendimento do Governo de não conceder este reajuste, mas hoje nós temos o compromisso de equalizar as contas uma vez que encontramos este município extremamente sucateado. O Governo entendeu que não cabe o reajuste, mesmo sendo merecido, mas temos que atender o município como um todo e eu acredito que isso chegará num momento oportuno”, declarou ele.

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