Cemig investe quase R$ 400 milhões em 19 novas subestações

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Entre 2015 e 2018, a Cemig investiu R$ 396.983.559,25 na implantação de 19 subestações de energia em Minas Gerais. No Leste de Minas Gerais, foram investidos R$  25.265.515,67 com a implantação e construção das subestações de Rio do Prado e Itamarandiba. 

Além de aumentar a disponibilidade de cargas, as subestações tornam mais estável o fornecimento de energia elétrica. De acordo com o superintendente de Gestão de Ativos da Distribuição da Cemig, Danilo Gusmão, cada nova subestação reduz até dez vezes o risco de queda de energia. 

“Essas obras tornam o sistema elétrico muito mais estável e seguro. Isso é percebido por toda a população, que recebe a energia com qualidade e de forma contínua, sem interrupções”, esclarece. 

O superintendente esclarece, ainda, que as instalações contam com equipamentos que transformam o nível de tensão com alta confiabilidade, possibilitando a distribuição da energia pelos centros urbanos e zonas rurais. “Para se tornar adequada ao consumo, a energia passa por transformadores menores, instalados nos postes das ruas. Eles, então, reduzem a tensão para que a eletricidade possa ser entregue nas casas, indústrias e estabelecimentos comerciais”, explica. 

A expansão continua

Atualmente, Minas Gerais possui 395 subestações. Dessas, 52 estão distribuídas em Belo Horizonte e região metropolitana. Para os próximos cinco anos, a expectativa é que mais 50 instalações sejam inauguradas. “Essa projeção está no planejamento da Cemig, que investe ininterruptamente na expansão do sistema elétrico e na modernização das redes”, esclarece Danilo Gusmão. 

Qualidade do serviço

De acordo com avaliações realizadas pela Cemig, cada nova subestação, em conjunto com as linhas de distribuição associadas, diminui em torno de dez vezes o risco de interrupção (queda) de energia quando comparado ao sistema elétrico anterior, sem a presença dos novos aparelhos. “Buscamos sempre contribuir para o desenvolvimento do estado, através da disponibilização de energia elétrica para áreas sem atendimento, da ampliação da capacidade de suprimento e do cumprimento dos requisitos regulatórios”, ressalta.

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