Economia, Emprego, Itabira

Sintsepmi fala em greve e marca assembleia para esta quinta-feira

O Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos Municipais de Itabira (Sintsepmi) marcou para esta quinta-feira (24) uma assembleia na porta da Prefeitura, para tratar do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) no qual a categoria poderá decidir se entram em greve ou não.

O encontro está marcado para as 17h30 e deve contar com servidores da Prefeitura, do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA), Empresa de Desenvolvimento de Itabira (Itaurb) e Câmara Municipal de Itabira.

Os servidores públicos tentam desde o início do ano um acordo com a Prefeitura para alcançar o percentual de reajuste, o que foi negado à categoria, devido a situação financeira do município.

De acordo com o presidente do Sintsepmi, Auro Roberto Gonzaga os servidores poderão entrar nos próximos dias no que ele chamou de “estado de greve”. O momento que os servidores poderão parar as suas atividades para organizar a greve de fato. É um período de 72 horas para que o município seja notificado da greve, caso a decisão dos servidores seja pela paralização.

“A última assembleia que fizemos tomamos uns encaminhamentos, um deles era que os servidores deveriam colocar uma faixa preta escrito luto em seus setores de serviço […] o mais interessante é que partiu dos próprios servidores a possibilidade de fazer uma greve tartaruga, eu conversei com os servidores e disse que estamos dispostos a fazer e marcamos uma nova assembleia para definir”, disse o sindicalista.

Ainda de acordo com o presidente do Sintsepmi, o movimento está crescendo, podendo alcançar um número expressivo de participantes.

“Nós temos feito um trabalho para mobilizar os servidores, na primeira assembleia tinha um número pequeno, ma na semana passada o número dobrou. Estou vendo que agora eles estão se mobilizando, estão procurando saber se o movimento vai acontecer. A participação está crescendo, tanto que eu espero de 350 a 400 servidores, apesar de que são muitos os locais onde temos que passar para mobilizar e o tempo está sendo curto”, declarou o sindicalista.

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