Minas Gerais – Zoológico de BH vai passar a exigir cartão de vacina contra febre amarela

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A Prefeitura de Belo Horizonte anunciou nesta quarta-feira (24) que vai começar a exigir cartão com comprovação da vacina de febre amarela dos visitantes.

A medida começa a valer no dia 2 de fevereiro. Segundo a PBH, a partir do próximo dia 27 de janeiro, o zoológico será fechado para adaptações e reorganizações com o objetivo de proteger os visitantes e animais contra a doença.

Ainda de acordo com a Prefeitura, os pequenos primatas do zoológico, mais susceptíveis à doença, estão sendo retirados da área de visitação do público. Entre eles estão o bugio, parauacu, sagui-imperador, macaco-da-noite, mico-leão-de-cara-dourada, mico-leão-dourado, macaco-prego e guigó.

A administração municipal ressalta que os macacos não transmitem a febre amarela a humanos. Eles contribuem para o trabalho de zoonozes e eliminação dos focos.

Parques fechados

Nesta semana, dois parques foram fechados na capital mineira por causa da febre amarela: o Roberto Burle Marx, mais conhecido como Parque das Águas, na Região do Barreiro; e Aggeo Pio Sobrinho, no Buritis, na Região Oeste. Já o Parque das Mangabeiras, na Região Centro-Sul, está fechado desde novembro do ano passado.

O que é a febre amarela?

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Nas cidades é transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti.

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

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