PORTUGAL – Brasileira de 35 anos é morta pela polícia em Portugal

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Uma brasileira de 35 anos foi morta pela polícia em Lisboa, em Portugal, na madrugada de quarta-feira (15). Ela foi baleada depois que o carro em que estava foi confundido com o de assaltantes, segundo informou o jornal português “Diário de Notícias”.

Na madrugada, os policiais da cidade estavam em busca de um veículo Seat Leon preto usado por ladrões que atacaram um caixa eletrônico, no Pragal. Na fuga, os assaltantes chegaram a despejar o pó de extintores de incêndio em uma rua para despistar os policiais.

As buscas mobilizaram, então, várias equipes. Barreiras foram colocadas em alguns pontos da cidade em uma tentativa de reduzir as possíveis rotas de fuga dos suspeitos.

Por volta das 3h30, a polícia deu ordem de parada para o motorista do Renault Megane preto em que estava Ivanice Carvalho da Costa, que saía para trabalhar. O motorista, que também é brasileiro, estava sem habilitação e sem seguro do carro.

Ele se assustou ao ver o aparato policial e tentou recuar. O carro furou uma barreira policial e foi atingido por cerca de 20 disparos, ainda de acordo com o jornal.

Em um comunicado, a polícia afirmou que o carro “aparentava corresponder às características do veículo suspeito”, desrespeitou uma ordem de parada e tentou atropelar policiais, o que obrigou os agentes a responderem com os disparos.

A polícia afirmou ainda que o veículo voltou a ser interceptado na Avenida Cidade do Porto, no bairro dos Olivais. A mulher, trabalhava em um restaurante, morreu no local.

O motorista, que era companheiro da vítima, foi detido por condução sem habilitação, desobediência ao sinal de parada e por condução perigosa. Os assaltantes não foram detidos.

A Embaixada do Brasil em Portugal disse “lamentar profundamente” o ocorrido. Em nota enviada ao G1, disse ter tomado conhecimento do incidente nesta quinta-feira e que a família da vítima já entrou em contato com o “Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, que prestará o apoio cabível”. “A Embaixada acompanha atentamente o caso e aguarda novas informações a respeito do inquérito com vistas a determinar o curso de ação a ser tomado.”

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