CORTES – Prefeitura de Itabira confirma demissões de 300 terceirizados

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Ao lado do Chefe de Gabinete, o Prefeito Ronaldo Magalhães justificou os cortes e medidas adotadas pela equipe econômica do Governo – Foto: reprodução

O Governo municipal confirmou nesta quarta-feira (08), a demissão de 302 trabalhadores ligados a Conservo, empresa contratada em 2014 pela Prefeitura de Itabira. Na semana passada o Via Comercial antecipou as dispensas por parte do município que acumula uma dívida de cerca de R$7 milhões com a Conservo. 

Ao lado do Chefe de Gabinete, Gustavo Milânio e do Secretário Municipal de Fazenda, o Prefeito Ronaldo Lage Magalhães (PTB), concedeu uma entrevista para apresentar os números da economia do município e as medidas tomadas pelo Governo para diminuir o déficit mensal.* Leia ainda

TERCEIRIZADOS – Cerca de 300 serão dispensados pela Prefeitura de Itabira

Com as demissões dos trabalhadores contratados a Prefeitura prevê uma economia mensal de R$1,1 milhão. “Cortamos muita coisa e quando o déficit chega a R$12,5 milhões, você começa a ter que escolher o que fazer.  Cortar pessoas, contratos ou um hospital? Não vou fechar um hospital, então preciso cortar pessoas”, lamentou o Prefeito. 

Prefeito apresentou relatório com detalhamento da situação financeira e medidas adotadas para estancar a “sangria financeira” – Foto: reprodução

De acordo com Ronaldo Magalhães a situação econômica do município agora é pior do que quando ele assumiu a Prefeitura em janeiro deste ano (2017). O Governo esperava que a arrecadação da Prefeitura poderia melhorar à partir do segundo semestre do ano, mas as principais fontes de receita, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem), despencaram. Até o final do ano, a receita real do município deve chegar a R$350 milhões, enquanto as despesas cerca de R$385 milhões, o que pode gerar uma dívida de R$35 milhões. 

O Prefeito disse ainda que o Governo analisa também dispensas de cargos comissionados e até a extinção de secretarias. “É algo que estamos analisando, porém não podemos cortar secretarias de qualquer maneira e depois fazer falta”, finalizou o chefe do Executivo municipal. 

 

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