Franciney Oliveira – Dor muscular tardia

Franciney Oliveira – Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Educação Física Unileste/MG 2006 e Pós Graduado em Fisiologia do Exercício e Prescrição de Treinamento Personalizado, Unifoa/RJ 2009
Franciney Oliveira – Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Educação Física Unileste/MG 2006 e Pós Graduado em Fisiologia do Exercício e Prescrição de Treinamento Personalizado, Unifoa/RJ 2009

Seja iniciante ou aluno avançado, em qualquer modalidade esportiva fica a pergunta quem nunca sentiu dor muscular nos dias seguintes a atividade? Conhecida como dor muscular tardia ou simplesmente DMT. Muitos pensam que essa dor ou melhor incomodo muscular tem como significado a eficácia do treino, o famoso No Pain No Gain.

Por exemplo, quem pratica musculação geralmente (dependendo do volume e intensidade do treino) tem um incomodo pós treino essa sensação se deve a micro rupturas das fibras musculares que sensibilizam os receptores sensórias gerando a sensação de dor. O treino pode ser pesado, pode causar fadiga muscular mas não e preciso gerar “dor” para ser considerado eficaz.

Alguns músculos são mais propensos a DMT do que outros quádriceps e peitoral são os melhores exemplos, mas isso também varia de pessoa para pessoa, uns sentem dor constante seja por fraqueza muscular ou genética, já outros não sentem tanto e tem uma recuperação mais rápida.

Os níveis de dor devem ser levados em conta, pois a dor excessiva pode impedir a capacidade de treino corretamente bem como diminuir a motivação já que o individuo não consegui executar o exercício com movimento certo.

Assim a DMT não pode ser usada como medida definitiva de que o treino foi bom ou não. É preciso lembrar que o que é bom para um aluno as vezes não é bom para outro. Temos que respeitar a condição genética de cada um.

Boa semana ! #Nobrain #Nogaim #useocerebro

Fale com o colunista: francineyef@hotmail.com

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