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	<title>Via Comercial &#187; Saúde e Ciência</title>
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	<description>Tudo sobre Itabira e região!</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 12:37:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mudanças no modelo de Assistência à Saúde Ipsemg já estão em vigor</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 21:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão em vigor as novas regras de assistência à ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estão em vigor as novas regras de assistência à saúde do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) estabelecidas pela Lei Complementar 121/2011, aprovada pela Assembleia Legislativa em dezembro. As mudanças – que foram negociadas com diversos sindicatos que representam os servidores públicos – visam melhorar o atendimento aos usuários (servidores, dependentes e pensionistas) e, ao mesmo tempo, proporcionar o equilíbrio financeiro do Instituto.</p>
<p>Entre os benefícios para os servidores está a manutenção da gratuidade do plano para os dependentes com idade até 21 anos, que atualmente somam mais de 100 mil. Além disso, foi ampliado o limite de idade dos filhos dependentes, independente se são estudantes ou solteiros. Os filhos com idade entre 21 e 35 anos poderão ser beneficiários, pagando, como contribuição, o valor do piso de R$ 30,00.</p>
<p>Outra alteração na legislação beneficia especialmente professores e demais servidores que têm mais de um cargo no Estado. Atualmente, existem aproximadamente 33 mil servidores nessa condição. No modelo anterior, esses profissionais eram obrigados a contribuir mais de uma vez. Com a nova Lei, será cobrada apenas uma contribuição, prevalecendo o valor do vínculo de maior remuneração.</p>
<p><strong>Ampla negociação</strong></p>
<p>As alterações no modelo de Assistência à Saúde Ipsemg foram negociadas e aprovadas por diversos sindicatos que representam servidores públicos de várias categorias.</p>
<p>Antes do envio das propostas à Assembleia Legislativa foram feitas várias reuniões para discutir as medidas, das quais participaram as seguintes entidades: Sindicato Único dos Trabalhadores na Saúde (Sind-Saúde), Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos), Sindicato dos Servidores do Ipsemg (Sisipsemg), Sindicato dos Técnicos de Tributação, Fiscalização e Arrecadação (Sinffaz), Sindicato dos Médicos (Sinmed), Sindicato dos Especialistas em Educação (Sindesp G), Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais (Asthemg) e Associação dos Servidores do Instituto Mineiro de Agropecuária (Assima).</p>
<p><strong>Sustentabilidade financeira</strong></p>
<p>Um dos objetivos das alterações no modelo de Assistência à Saúde Ipsemg é equilibrar as finanças do Instituto e, consequentemente, viabilizar a sua sustentabilidade a médio e longo prazo. Uma das mudanças estabelecidas pela nova lei é a instituição de um piso de contribuição no valor de R$ 30. Já o teto de contribuição passa dos atuais R$ 232 para R$ 250. Atualmente, 359 mil beneficiários do Ipsemg não contribuem e 161 mil contribuem com valores entre R$ 1 e R$ 30.</p>
<p>A proposta prevê ainda que os dependentes que não são filhos – como cônjuge, companheiro, pensionista e outros – contribuirão com o valor de 3,2% da remuneração do titular. Para este caso, também será aplicado o piso de R$ 30. O somatório das contribuições do segurado e dos dependentes nesta situação não poderá exceder o teto de R$ 250.</p>
<p>Importante ressaltar que a assistência à saúde dos servidores é um benefício facultativo, ou seja, que podem ou não ser adotados pelos estados. Em algumas unidades da federação – como Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins – decidiram não oferecer essa prestação de serviços aos servidores. “O Governo de Minas não só optou por oferecer este benefício como está trabalhando para aprimorá-lo e torna-lo sustentável”, afirma a presidente do Ipsemg, Jomara Alves da Silva.</p>
<p><strong>Novo modelo</strong></p>
<p>Além disso, o novo modelo de Assistência à Saúde Ipsemg se aproxima muito do adotado em outros Estados brasileiros. Na Bahia, por exemplo, o valor mínimo de contribuição por usuário é de R$ 26, contra os R$ 30 que estão sendo sugeridos em Minas. Já o valor máximo de contribuição em Minas será de R$ 250, contra R$ 290 na Bahia.</p>
<p>No caso da contribuição máxima, Minas terá um dos valores mais baixos do país (R$ 250), na comparação com outros Estados. No Pará, por exemplo, a contribuição máxima é de R$ 500, no Mato Grosso de R$ 323, em Santa Catarina R$ 320 e em Goiás, R$ 295.</p>
<p>O Ipsemg encerrou o ano de 2011 contabilizando a realização de mais de 11 milhões de procedimentos (consultas, exames, internações e cirurgias) contra 9,1 milhões registrados em 2010 e 6,3 milhões executados em 2005. Cada beneficiário realizou, em média, 2,4 consultas por ano e 3,6 exames por consulta. “Com as novas regras, será possível manter o plano de saúde dos servidores e seus dependentes inscritos e oferecer serviços com mais qualidade e segurança”, conclui a presidente do Instituto, Jomara Alves da Silva. <em>(Agência Minas)</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ministério libera quase R$ 26 bi para combate a hanseníase e a esquistossomose</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou hoje (1º) a liberação de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou hoje (1º) a liberação de R$ 25,9 bilhões para ações de controle de doenças como a hanseníase e a esquistossomose, conhecidas como doenças negligenciadas.</p>
<p>De acordo com a pasta, o repasse será feito para os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, com foco em ações de vigilância epidemiológica. Além da hanseníase e da esquistossomose, estão incluídas no grupo o tracoma e a geohelmintíases.</p>
<p>As doenças negligenciadas são provocadas por agentes infecciosos ou parasitas e são consideradas endêmicas em populações de baixa renda. Os municípios selecionados, segundo o ministério, estão localizados em regiões consideradas endêmicas.</p>
<p>A pasta informou que, em 2011, os investimentos em laboratórios públicos produtores de medicamentos para assistência a doenças negligenciadas foi de R$ 54 milhões. Em 2000, o total era apenas R$ 8,8 milhões.</p>
<p>Na última segunda-feira (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que as doenças negligenciadas tropicais atingem mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Confira os estados e os valores a serem destinados na lista abaixo.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Unidade da Federação</strong></td>
<td><strong>Valores (em R$)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acre</strong></td>
<td>278.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alagoas</strong></td>
<td>1.146.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Amazonas</strong></td>
<td>329.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Amapá</strong></td>
<td>30.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Bahia</strong></td>
<td>2.677.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ceará</strong></td>
<td>1.892.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Distrito Federal</strong></td>
<td>100.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Espírito Santo</strong></td>
<td>776.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Goiás</strong></td>
<td>1.000.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Maranhão</strong></td>
<td>3.386.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Minas Gerais</strong></td>
<td>1.040.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mato Grosso do Sul</strong></td>
<td>150.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mato Grosso</strong></td>
<td>1.550.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Pará</strong></td>
<td>2.993.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paraíba</strong></td>
<td>455.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Pernambuco</strong></td>
<td>3.072.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Piauí</strong></td>
<td>756.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paraná</strong></td>
<td>100.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rio de Janeiro</strong></td>
<td>560.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rio Grande do Norte</strong></td>
<td>171.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rondônia</strong></td>
<td>728.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Roraima</strong></td>
<td>296.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rio Grande do Sul</strong></td>
<td>172.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Santa Catarina</strong></td>
<td>233.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sergipe</strong></td>
<td>985.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>São Paulo</strong></td>
<td>296.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Tocantins</strong></td>
<td>741.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>TOTAL</strong></td>
<td>25.912.000,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: Ministério da Saúde</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Anvisa suspende lotes de implantes ortopédicos da Biomecânica</title>
		<link>http://www.viacomercial.com.br/2012/01/30/anvisa-suspende-lotes-de-implantes-ortopedicos-da-biomecanica/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou hoje a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou hoje a suspensão de lotes de implantes ortopédicos da fabricante Biomecânica Indústria e Comércio de Produtos Ortopédicos. São materiais usados como próteses de fêmur, tíbia e cabeça do fêmur, entre outros listados.</p>
<p>Segundo a agência, a decisão vem de um programa de monitoramento e análises desse tipo de implante, instituído em 2010. Esse estudo apontou a necessidade de inspeção na empresa e em amostras dos produtos.</p>
<p>&#8220;O resultado da inspeção fiscal forneceu elementos que motivaram uma ação cautelar da Anvisa, determinando a suspensão da comercialização e distribuição em todo o território nacional dos lotes indicados [156 ao total]&#8220;, diz nota da Anvisa, que não detalha os problemas encontrados.</p>
<p>A empresa deverá, ainda, recolher remanescentes dos lotes no mercado. Um alerta específico será emitido aos médicos.<em> (Agência Brasil)<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ciência está mais perto de descobrir como parar o envelhecimento</title>
		<link>http://www.viacomercial.com.br/2012/01/29/ciencia-esta-mais-perto-de-descobrir-como-parar-o-envelhecimento/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 12:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[No filme O Preço do Amanhã, um saudável anfitrião apresenta ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No filme O Preço do Amanhã, um saudável anfitrião apresenta três belas  ruivas, todas aparentando não mais que vinte e poucos anos, para um  elegante Justin Timberlake. “Permita-me apresentar minha sogra Clara,  minha esposa Michelle e minha filha Silvia,” diz o anfitrião. Se algo do  tipo se tornar real no futuro, teremos grandes problemas.Este thriller  de ficção cientifica se passa no final do século 21, quando cientistas  aprenderam como “desligar o gene do envelhecimento”. A boa notícia é que  todos param de envelhecer fisicamente aos 25 anos. A má notícia é que  nós somos geneticamente programados para viver apenas mais um ano, a  menos que possamos ganhar – ou roubar – algum tempo extra.</p>
<p>Uma fantasia hollywoodiana desprovida de qualquer base em fatos  científicos? Não, dizem pesquisadores altamente respeitados que  acreditam que os primeiros tratamentos antienvelhecimento estão a apenas  alguns anos à frente. “Há aspectos desse cenário plausíveis”, diz David  Sinclair, codiretor dos Laboratórios Paul F. Glenn para os Mecanismos  Biológicos do Envelhecimento, na NHarvard Medical School.</p>
<p>O foco principal da pesquisa em humanos está em proteínas fundamentais  para a proteção celular chamadas sirtuínas. O trabalho de Sinclair já  demonstrou que drogas capazes de aumentar o nível de sirtuínas podem  estender a vida de animais. “Tornou-se rotina elevar o tempo de vida de  ratos em cerca de 15%” explica o cientista. “Eu acho que haverá um  medicamento comprovadamente capaz de dar mais dez anos de vida para  humanos até o fim da década.”</p>
<p>No entanto, estender o tempo de vida não é simplesmente parar o  envelhecimento, pois o envelhecimento não é, ele mesmo, reconhecido como  causa da morte. Nas certidões de óbito, as doenças relacionadas com o  envelhecimento, como câncer, acidentes vasculares encefálicos e doenças  cardíacas é que levam a culpa. A dificuldade é definir o que envelhecer  é, de verdade. Não há resposta simples, porém mais e mais pedaços do  quebra-cabeça estão se encaixando.</p>
<p>Teorias do envelhecimento cabem em duas categorias. Algumas afirmam que  os sistemas genéticos, hormonais e imunológicos são pré-programados para  declinar. Outros enfatizam a influência de fatores externos, como  estresse, dieta e exercício.</p>
<p>“Envelhecer não é um processo simples,” diz Tim Spector, professor de  Epidemiologia Genética do King&#8217;s College, em Londres. “Tem a ver com o  enfraquecimento gradual dos mecanismos de reparo, o que leva a uma  debilidade na capacidade do corpo de reparar e substituir células.</p>
<p>”Uma das partes que requer reparo é o DNA. O material genético em toda  célula humana está enrolado em 23 pares de cromossomos, cujas  extremidades são protegidas por estruturas formadas por fileiras de  DNAs: os telômeros.</p>
<p>Os telômeros encurtam toda vez que uma célula se divide. Quando  eventualmente atinge um determinado comprimento, a célula é programada  para parar de se dividir e morrer. Muitos geneticistas consideram que os  telômeros atuam como um relógio biológico e, como tal, são um bom alvo  para intervenções antienvelhecimento. (Com Para Saber e Conhecer)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Um vacilo é o bastante para uma recaída&#8221;, diz ex-viciado</title>
		<link>http://www.viacomercial.com.br/2012/01/29/um-vacilo-e-o-bastante-para-uma-recaida-diz-ex-viciado/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 12:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Luciano está há dois meses em uma clínica pública.  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Luciano está há dois meses em uma clínica pública.  Ele precisa enfrentar a solidão e a angústia para não desistir do  tratamento no meio do caminho</h4>
<p>Falta pouco mais de uma semana para Luciano*, de 23 anos, deixar a  clínica onde está se tratando da dependência de crack, álcool e cocaína.  Nessa reta final, ele se concentra para encarar novamente as ruas, onde  encontrará um bar em cada esquina, cigarros sempre à mão e os colegas  que seguem consumindo drogas. Tem diante de si o desafio de evitar  frustrações e conflitos, &#8220;gatilhos&#8221; que o fizeram voltar para as drogas  depois da primeira internação, há mais de um ano. &#8220;O seu corpo fica  limpo, mas a sua mente vai se lembrar da droga para sempre. Um vacilo é o  bastante para você ter uma recaída&#8221;, diz.</p>
<p>Luciano está em tratamento há dois meses no Serviço de Atenção Integral  ao Dependente (SAID), clínica pública gerida pela Secretaria Municipal  de Saúde e pelo Hospital Samaritano, em Heliópolis, na Zona Sul de São  Paulo. O local recebe, prioritariamente, pacientes provenientes da  Cracolândia durante a Operação Centro Legal, que começou em 3 de  janeiro.</p>
<p>O rapaz procurou ajuda num posto de saúde por conta própria. Estava há  três dias sem comer, dormir ou tomar banho. Em um fim de semana, gastou  todo o salário bebendo e fumando crack. Luciano esperou por duas horas  para falar com o médico e mais duas para ser levado até a clínica. &#8220;Por  pouco não desisti&#8221;.</p>
<p>A primeira vez que fumou crack foi aos 18 anos, após um período de uso  intenso de cocaína. &#8220;A farinha já não fazia efeito&#8221;, diz, referindo-se à  cocaína. &#8220;Nesse dia eu fumei umas 10 pedras.&#8221; Seu corpo pequeno, apesar  de forte, não aguentou tanta droga, e Luciano teve um princípio de  overdose.</p>
<p><strong>Sessões</strong> &#8211; Nas atividades que duram todo o dia, os  pacientes da clínica – homens, mulheres e adolescentes – fazem sessões  nas quais, pouco a pouco, tentam entender as razões que os levaram à  dependência. Quase 100% deles chegaram ali por causa do crack. Enquanto  pintam uma caixinha, fazem um colar de miçangas ou criam uma tela, eles  soltam pequenas pistas sobre seus problemas de convivência, a saudade da  família e os momentos de raiva.</p>
<p>Foi durante uma dessas sessões que, na semana passada, Luciano decidiu  que ligaria para o padrasto, com quem não falava há mais de cinco meses –  e motivo pelo qual saiu da casa da família, no interior de São Paulo.  &#8220;Foi o passo mais importante que eu dei no meu tratamento&#8221;, afirma. Os  conflitos com o padrasto eram a desculpa que usava para se drogar.</p>
<div id="attachment_116588" class="wp-caption aligncenter" style="width: 607px"><a href="http://www.viacomercial.com.br/wp-content/uploads/2012/01/viciadotexto.jpg"><img class="size-full wp-image-116588" title="viciadotexto" src="http://www.viacomercial.com.br/wp-content/uploads/2012/01/viciadotexto.jpg" alt="" width="597" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Dentro do Serviço de Atenção Integrada ao Dependente (SAID), os pacientes têm uma rotina de atividades das 8h30 às 18 horas. (Foto Cida Alves)</p></div>
<p>A educação física diária é o momento em que Luciano, ex-jogador de  futsal, mais disfruta na sua grade de atividades. Na quadra, assume o  papel de capitão do time e se entrega ao jogo. Mas os momentos que para  ele realmente fazem diferença são aqueles em que, nas palavras dele,  &#8220;trabalha a cabeça&#8221;.</p>
<p>Na clínica, cada um é acompanhado por um terapeuta, chamado de  &#8220;manejador&#8221;. “É como a nossa mãe aqui dentro”, define Luciano. São eles  que conversam com os pacientes nos momentos de agressividade, angústia  ou vontade de desistir. Na mesma sala onde Luciano dá entrevista  aconteceram seus momentos de desabafo com Carol, sua manejadora. &#8220;Molhei  muito o papel dessa mesa. No primeiro mês eu chorei demais&#8221;.</p>
<p>No início, os remédios amenizaram os sintomas da abstinência. Depois, a  fissura foi contornada com passeios intermináveis pela área da clínica e  artesando &#8211; dobraduras, muitas dobraduras. &#8220;Cansei de tanto fazer pato  de papel&#8221;.</p>
<p><strong>Comunicação &#8211; </strong>“Pai, afasta de mim a biqueira. Pai, afasta de mim a <em>cocaine</em>. Pois na quebrada escorre sangue”. Os versos do rapper Criolo &#8211; uma versão de <em>Cálice</em>,  um dos maiores sucessos de Chico Buarque &#8211; são o tema do grupo de  poesia. A tarefa é escrever sobre o que sentiram ao ouvir as palavras  que resumem muito daquilo que querem deixar para trás.</p>
<p>Enquanto alguns parecem que nunca mais vão parar de escrever, outros  ficam imóveis diante do papel em branco. De repente, um dos rapazes se  levanta com cara de choro. “Vou descer, professora”. A terapeuta pede  para que ele se sente e conte o que está acontecendo. “Estou preocupado.  Penso o tempo todo em me matar”. Ele é convencido a ficar. A  comunicação está entre as habilidades mais trabalhadas nos grupos. “Se  fosse uns dias atrás eu não estaria falando com você”, afirma Luciano.</p>
<p>Pelo menos duas vezes por semana há visita. Nesses dias Luciano fica no  seu quarto, apenas com a companhia das moças bonitas dos pôsteres  colados na parede. &#8220;Minha família não vem porque mora longe. Fica  complicado.&#8221; A esposa o deixou depois da sua primeira recaída, e a  filha, de quatro anos, não vê desde agosto do ano passado. O irmão mais  velho também é usuário de crack e esteve internado. &#8220;Ele aguentou só um  mês. Agora diz que parou. Tomara&#8221;.</p>
<p>O maior desafio para quem encara o tratamento é levá-lo até o final.  Qualquer detalhe é motivo para desistir. Na terceira semana, mais  lúcido, Luciano pensou em ir embora: a desistência de um colega de  quarto quase o derrubou.</p>
<p>“Era meu melhor amigo. Um dia soube que ele tinha brigado e ido embora e  desabei”. O confidente de Luciano passou a ser, então, seu caderno azul  &#8211; o diário que muitos dos pacientes, principalmente os homens, relutam  em manter. &#8220;Nesse caderninho tem coisas que ninguém sabe. Só eu e ele.  Tinha dias que as pessoas perguntavam se eu estava bem e dizia que sim,  mas por dentro estava estourando. Aí escrevia no caderninho e ficava  mais calmo&#8221;.</p>
<p><strong>Despedida</strong> &#8211; No quarto em frente, um jovem alto, forte e  bonito chama a atenção. Maurício* hoje está bem diferente daquele rapaz  sujo e extremamente magro que entrou na clínica por ordem judicial há  três meses. &#8220;No começo foi muito difícil porque ele não queria estar  aqui&#8221;, lembra uma enfermeira. Ela separa todas as cartas e o diário que  Maurício escreveu durante o tratamento, que ele levará para casa.</p>
<p>Antes de sair de braços dados com a mãe, Maurício se despede dos  amigos. “Daqui a pouco sou eu”, diz Lucas ao dar um abraço no colega.</p>
<p><em>*Para preservar a identidade dos pacientes foram adotados nomes fictícios</em></p>
<p><em>*Com Veja<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Brasil &#8211; Obesidade cresce mais entre crianças na faixa de 5 a 9 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Números divulgados nesta última quarta, 25, pela Sociedade Brasileira de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Números divulgados nesta última quarta, 25, pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam aumento do percentual de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil, principalmente na faixa de 5 a 9 anos. Os números referem-se a levantamento de 2010.</p>
<p>O sobrepeso atinge 34,8% dos meninos e 32% das meninas nessa faixa etária. Já a obesidade foi constatada entre 16,6% dos meninos e entre 11,8% das meninas. De acordo com a presidenta do Departamento de Obesidade da SBEM, Rosana Radominski, esse quadro é alarmante.</p>
<p>Já entre as crianças a partir de 10 anos e jovens de até 19 anos, o excesso de peso atinge 21,7% do total dos meninos e a obesidade, 5,9%. Entre as meninas nessa faixa etária, 15,4% mostravam sobrepeso e 4,2%, obesidade.</p>
<p>&#8220;Houve um aumento muito grande [do aumento de peso] nesse grupo de crianças [de 5 a 9 anos] quando a gente considera o período de 1989 para 2009&#8243;, observou a médica. De acordo com os dados, o sobrepeso nessa faixa etária atingia 15% dos meninos em 1989 e 11,9% das meninas. Já a obesidade tinha 4,1% de índice entre os meninos naquele ano e 2,4%, entre as meninas de 5 a 9 anos.</p>
<p>&#8220;Nas crianças de modo geral, a velocidade, em termos de excesso de peso e obesidade, está muito maior do que nos adultos. Isso tem a ver com a mudança da cultura. Hoje, tem uma inversão nutricional&#8221;, analisou a especialista, que vê também a influência de programas assistenciais, como o Bolsa Família, na mudança dos hábitos alimentares.</p>
<p>&#8220;Começou-se a aumentar a renda das famílias, mas não a educação familiar para que a alimentação fosse corrigida&#8221;, estimou Rosana. Com mais dinheiro no bolso, as famílias estão adquirindo maior quantidade de alimentos e não necessariamente os mais saudáveis. Segundo ela, há atualmente maior ingestão de açúcar, de alimentos gordurosos e industrializados, em vez de alimentos naturais.</p>
<p>Outro problema, conforme apontou a médica, é a redução da prática de atividades físicas, &#8220;por causa da violência, da dificuldade de transporte e até pelo currículo escolar&#8221;. Ela lembrou que as crianças acabam mais confinadas em casa, diante da televisão, do computador e dos videogames e, com isso, ganham sobrepeso.</p>
<p>Segundo Rosana Radominski, entre os adultos os percentuais são maiores: 48,5% apresentavam sobrepeso, em 2010, e 15%, obesidade. Entre os homens, 52,1% tinham excesso de peso e 14,4%, obesidade, enquanto os índices nas mulheres eram, respectivamente, 44,3% e 15,5%.</p>
<p>De acordo com a médica, o Brasil e a China são os países em que a obesidade está aumentando de forma mais rápida no mundo. &#8220;Se não houver programas do governo para reprimir a obesidade e uma mobilização de toda a população, a tendência é aumentar [o número de obesos no país]. Acho que é importante o alerta com relação a isso, para que se possa ganhar essa batalha&#8221;. <em>(Com Estadão)　</em></p>
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		<title>Complexo MG Transplantes atinge o maior número de procedimentos realizados em sua história</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O Complexo MG Transplantes da Fundação Hospitalar do Estado de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo MG Transplantes da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) encerrou o ano de 2011 com o melhor desempenho em toda a sua história. O número de transplantes realizados atingiu a marca de 2.192 procedimentos, o maior índice desde a criação do sistema em 1992.</p>
<p>A maior parte dos transplantes foi de córneas, com 1.437 cirurgias realizadas, e de rins, com 482 intervenções. Segundo o coordenador do Núcleo de Córneas, Paulo Lener Peixoto de Araújo Filho, o último trimestre de 2011 foi o melhor do Complexo em termos de doações. “O ano de 2011 terminou com a menor fila de espera por uma córnea na história de Minas Gerais”, disse o médico, ressaltando que apesar dos números satisfatórios, é necessário que as equipes continuem captando cada vez mais córneas, já que todos os meses mais de 100 pessoas entram na fila de espera.</p>
<p><strong>Evolução</strong></p>
<p>Atualmente, o Complexo MG Transplantes registra um número de doações de múltiplos órgãos da ordem de 10,5 doadores por um milhão de pessoas. Este dado revela a constante evolução pela qual tem passado a temática dos transplantes nos últimos anos. Em 2006, a relação “doador por milhão” era de 4,8, o que mostra um aumento de mais de 50% em cinco anos. Se esse crescimento se mantiver constante, ou seja, caso evolua, anualmente, à taxa de 10%, é provável que a meta de 15 doadores por milhão até o ano de 2015, traçada pelo Ministério da Saúde, torne-se realidade.</p>
<p><strong>Destaque<br />
</strong><br />
O Complexo MG Transplantes é um dos serviços mais organizados e ativos do Brasil. Possui um serviço de transporte aéreo 24 horas para realizar os encaminhamentos de órgãos em todo o país e é responsável pela coordenação da captação e distribuição de órgãos e tecidos no Estado, além de responder pelo monitoramento da lista única de transplantes. Em sua configuração atual, o Complexo reúne seis Centrais de Notificação, Captação e Doação de Órgãos (CNCDO’s), assim distribuídas: Sul (Pouso Alegre), Leste (Governador Valadares), Nordeste (Montes Claros), Zona da Mata (Juiz de Fora), Oeste (Uberlândia) e Região Metropolitana (Belo Horizonte). Sistema público No Brasil, 95% dos transplantes realizados são financiados pelo Sistema Público de Saúde, que também subsidia os medicamentos imunossupressores para todos os pacientes. Tais características tornam o Sistema Nacional de Transplantes um dos maiores programas públicos de transplantes de órgãos e tecidos do mundo. No ranking mundial, o Brasil é o segundo país em número absoluto de transplantes renais, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Todavia, se for estabelecida uma relação entre o número de transplantes e o produto interno bruto (PIB), o país sobe de patamar e apresenta o melhor desempenho mundial. <em>(Agência Minas)</em></p>
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		<title>Plano de saúde que não trocar silicone será multado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:44:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[As operadoras de planos de saúde que descumprirem as diretrizes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As operadoras de planos de saúde que descumprirem as diretrizes do governo para a troca de próteses de silicone das marcas PIP e Rofil serão multadas em R$ 80 mil por infração.</p>
<p>A penalidade foi estipulada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) em decisão publicada na terça-feira no &#8220;Diário Oficial&#8221; da União.Na semana passada, o ministério estabeleceu que poderão realizar a troca gratuita dos implantes das marcas adulteradas as pacientes com histórico de câncer de mama ou que apresentarem ruptura da prótese. O procedimento pode ser feito pelo SUS (Sistema Único de Saúde) ou, no caso de clientes de planos de saúde, na rede de atendimento credenciada.As normas preveem que as operadoras de planos terão de arcar com acompanhamento clínico, exames de imagem e cirurgia para a substituição da prótese das beneficiárias de planos com cobertura hospitalar.Para clientes sem essa cobertura, porém, as operadoras cobrirão apenas os custos de consultas e exames, como ultrassonografia e ressonância magnética.</p>
<p>Nesse caso, para realizar a operação, a mulher terá que procurar o SUS ou um médico particular. Se for para o SUS, terá que passar por nova avaliação antes da cirurgia. O médico poderá optar por fazer novos exames ou repetir algum já feito antes.As normas são válidas para todos os planos posteriores à lei nº 9.656, de junho de 1998, e para os contratos antigos que não tiverem cláusula expressa de exclusão da cobertura de próteses.</p>
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		<title>João Monlevade recebe veículos de apoio para reforçar atendimento à saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Antonio Anastasia entregou, nesta quarta-feira (25), 74 micro-ônibus ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Antonio Anastasia entregou, nesta quarta-feira (25), 74 micro-ônibus e sete veículos de apoio para 13 Consórcios Intermunicipais de Saúde. Os veículos beneficiarão, em 80 municípios de diversas regiões do Estado, pessoas que necessitam de consultas médicas, exames e procedimentos especializados em saúde fora de seus municípios. O investimento do Governo de Minas foi de R$ 13,8 milhões.</p>
<div id="attachment_116274" class="wp-caption alignright" style="width: 483px"><a href="http://www.viacomercial.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bus.jpg"><img class="size-full wp-image-116274" title="bus" src="http://www.viacomercial.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bus.jpg" alt="" width="473" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Os veículos são destinados a 13 consórcios Intermunicipais de Saúde. (Foto: AM/divulgação)</p></div>
<p>Anastasia ressaltou o objetivo do Sistema Estadual de Transporte em Saúde (Sets) de humanizar o deslocamento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais para unidades referenciadas nos municípios polo, micro e macrorregionais do Estado.</p>
<p>“A entrega desses veículos para o Sistema Estadual de Transporte de Saúde é algo muito importante porque dá, de fato, qualidade e mais segurança no tratamento das pessoas. Muitas vezes as pessoas não percebem, mas as cidades pequenas de Minas não têm condições de ter toda estrutura de saúde. Então é necessário o transporte para os municípios maiores aonde existe, por exemplo, hemodiálise. Esse sistema tem esse objetivo. Já estamos quase, como viram no mapa, universalizados em Minas e pretendo fazê-lo esse ano ainda”, disse o governador.</p>
<p><strong>Contemplados</strong></p>
<p>Os 80 municípios contemplados nesta quarta-feira representam uma população de 1,4 milhão de pessoas. Durante a solenidade, o governador fez a entrega de chaves a 13 prefeitos, representando cada um dos consórcios.</p>
<p>Sete consórcios estão sendo contemplados pela primeira vez e receberão 60 micro-ônibus. Eles atenderão a 63 municípios das regiões de Conselheiro Lafaiete/Congonhas; Barbacena; Santa Maria do Suaçuí/São João Evangelista; Resplendor; João Monlevade; Cataguases/Leopoldina e Varginha.</p>
<p>Dos demais micro-ônibus, oito vão para o Consórcio Acispes, da região de Juiz de Fora, na Zona da Mata, para substituição de veículos. Os outros seis irão compor a frota de cinco consórcios que já fazem parte do programa: Consórcio Grão Mogol, da região de Francisco Sá; Consórcio Norte, da região de Brasília de Minas; Ciesp, de Bicas; CIS Mem, da região de Águas Formosas e Consórcio Amapi, da região de Ponte Nova.</p>
<p>O secretário de Estado de Saúde, Antonio Jorge de Souza Marques, destacou entre as vantagens do Sets a queda na ausência dos pacientes em consultas e exames marcados devido à falta de meios de locomoção, a redução dos custos com transporte de pacientes e a melhoria na qualidade do transporte dos usuários.</p>
<p>De acordo com o secretário, ao Sistema Estadual de Transporte em Saúde se aliam outras ações de Saúde do Governo, como a implementação dos Consórcios Intermunicipais de Saúde.</p>
<p>“Cruzamos a necessidade onde as redes de saúde já estão implantadas exatamente para que possamos fortalecer a ação das redes. Os consórcios de saúde regionalizaram os atendimentos de média complexidade e era necessário garantir o acesso do cidadão, feito anteriormente, em ambulâncias precárias e outros meios que colocavam em risco sua saúde”, explicou o secretário.</p>
<p>Os micro-ônibus são equipados com ar-condicionado, poltronas reclináveis e aparelhos de TV e DVD. Um agente de saúde capacitado para ajudar pessoas que necessitam de cuidados especiais acompanha os pacientes durante todo o trajeto.</p>
<p>Os motoristas são treinados para a direção defensiva e econômica. Todos os veículos são monitorados via satélite, o que possibilita a localização on-line do veículo 24 horas por dia. Os sete veículos entregues (Fiat Uno) darão apoio às ações na área de gestão dos Consórcios Intermunicipais de Saúde.</p>
<p><strong>Cobertura</strong></p>
<p>Em 2011, os micro-ônibus realizaram 110 mil viagens, transportando 1,8 milhão de pessoas entre pacientes e acompanhantes aos diversos estabelecimentos de saúde localizados em Minas Gerais.</p>
<p>Desde a criação do programa, em 2005, o Governo de Minas já entregou 499 micro-ônibus para 47 Consórcios Intermunicipais de Saúde, cobrindo 524 municípios e beneficiando 8,1 milhões de pessoas no Estado. O investimento total foi de R$ 98 milhões de recursos do Tesouro estadual.<em> (Agência Minas)</em><a href="http://www.viacomercial.com.br/wp-content/uploads/2012/01/image014.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-116272" title="image014" src="http://www.viacomercial.com.br/wp-content/uploads/2012/01/image014.jpg" alt="" width="562" height="526" /></a></p>
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		<title>ANS publica normas para substituição de próteses de silicone</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Via Comercial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diário Oficial da União publica na edição desta terça-feira, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Diário Oficial da União publica na edição desta terça-feira, 24, a  súmula normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que  obriga os planos de saúde a cobrir o valor das próteses em implantes  mamários feitos com as marcas PIP e Rofil. Até então, os planos de saúde  eram obrigados a arcar apenas com o procedimento de substituição, sem a  inclusão dos gastos com as próteses de silicone.</p>
<p>De acordo com a súmula da ANS, a orientação contempla todos os  beneficiários de planos saúde, com exceção dos que têm planos antigos,  com cláusula expressa de exclusão da cobertura de próteses.</p>
<p><strong>* LEIA AINDA:</strong> <a title="Silicone “condenado” será trocado em 371 postos do SUS; confira lista" rel="bookmark" href="../2012/01/24/silicone-condenado-sera-trocado-em-371-postos-do-sus-confira-lista/">Silicone “condenado” será trocado em 371 postos do SUS; confira lista</a></p>
<p>O Ministério da Saúde entendeu que o procedimento cirúrgico de  troca das próteses mencionadas é considerado reparador e não estético,  uma vez que a ruptura da prótese e extravasamento do silicone causam  processo de inflamação, com dor, inchaço e deformidade local.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, os procedimentos  assegurados serão prestados na rede credenciada, cooperada ou  referenciada das operadoras de planos de saúde. Os critérios de acesso à  rede assistencial serão definidos pelas operadoras.</p>
<p>Em casos de descumprimento, as operadoras poderão ser punidas com multas no valor de R$ 80 mil. <em>(Agência Brasil)</em></p>
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