Dr. Juliano Andrade – Compulsão alimentar

Graduação em Medicina em 2009 pela Unigranrio-RJ. – Pós graduado em Medicina do Trabalho em 2011 pelo Cenbrap. – Pós Graduando em Endocrinologia e Metabogia pelo Ipemed. – Sócio Proprietário Clinica CISSAT. Rua Desembargador Drumond, n°05, Campestre. Itabira-MG.

Muitas pessoas quando estão dominadas por sentimentos ruins , utilizam a comida 🍔🍕🍨 como válvula de escape, fazendo com que ela torne-se uma aliada em busca do alívio. Ou seja, a alimentação passa acontecer através de comandos emocionais. Mas é importante tomar cuidado!

Quando isto ocorre, na grande maioria das vezes, nos esquecemos dos valores nutricionais de cada alimento. Atacando açúcares e gorduras que são extremamente prejudiciais para a nossa saúde, sendo que estes alimentos são capazes de trazer um sentimento de conforto, porém em excesso, elas podem causar uma série de problemas como, ganho de peso, alteração do nível de colesterol, fadiga, doenças cardiovasculares etc…

Segundo as nutricionistas Evelyn Tribole & Elyse Resch, autoras do livro “Intuitive eating”, existe uma escala de gravidade desta compulsão.

Confira:

▪Gratificação sensorial: É quando a pessoa agrada seus sentidos com a comida;
▪Conforto: Ocorre quando algum alimento remete a um momento da vida;
▪Distração: Alivia sentimentos ruins;
▪Sedação: A comida é usada para anestesiar não apenas os sentimentos ruins, mas todos eles;
▪Punição: O estágio mais severo, pois o sentimento envolvido é a raiva e faz com que a pessoa coma mais rápido e em maior quantidade.

A evolução destes níveis ocorre de forma rápida e é extremamente arriscado, por isso, não deixe as emoções controlarem a sua alimentação. Ao perceber comportamentos semelhantes, consulte seu médico.

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